segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Luz no fim do túnel



Estudantes do Iesacre e Uninorte podem beneficiar-se com venda do grupo Iuni

É de conhecimento público que o ensino da Uninorte é de baixa qualidade, é exatamente o que demonstra dados aferidos pelo MEC (Ministério da Educação).

Mas, como diz o cantor Renato Russo na música A Via Láctea: “Quando tudo está perdido, sempre existe uma luz”. A luz no caso poderá vir da rede de ensino Pitágoras - Kroton Educacional, rede mineira associada a empresa global de private equity Advent International. Kroton detém exclusividade nas negociações de compra do grupo Iuni Educacional.

Em entrevista ao Mundo Vestibular, Aléssia Franco, diretora de marketing da Kroton disse que ao assumir a gestão do Centro de Ensino Superior de Vitória - CESV – (em Espírito Santo) foram tomadas medidas que visam implantar novos modelos administrativos e pedagógicos para adequá-la aos bons níveis do grupo em todo o país com vistas à adaptar-se ao Índice Geral de Cursos – IGC, pelo qual o MEC mede a qualidade do ensino superior.

No último dia oito, Alicia Maria Gróss, Vice-Presidente Executiva e Diretora de Relações com Investidores da Kroton informou, em nota, que seriam necessários “investimentos e tempo substantivo” para que a unidade CESV alcance a escala mínima desejada pelo padrão “Pitágoras”, que tem inclusive unidades no Japão.


No que se refere a qualidade no ensino, O CESV (153 pontos) tem situação semelhante ao da Uninorte (133 pontos). Amarga notas ruins junto ao MEC.


Caso a negociação seja confirmada até março espera-se que o grupo Pitágoras implante melhorias que salve a Uninorte do vexame de ter que “fechar as portas” por ausência de qualidade no ensino ofertado.


Leia também:

Venda da Uninorte é negociada



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2 comentários:

Anônimo disse...

Francamente, nossa educação será dirigida pelos americanos.

Como os estudantes do Acre podem se beneficiar com isso?

Anônimo disse...

É melhor americanos que se preocupem com a qualidade do ensino a brasileiros que só pensam no dinheiro das mensalidades dos acadêmicos.

Fracamente.