sábado, 3 de abril de 2010

‘Minha filha também era alvo de sequestro’

O funcionário público, Sérgio Costa, tio de Fabrício, afirma que a sua filha, de idade que preferimos não divulgar, era o alvo principal dos sequestradores.
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“Eles investigaram toda a minha família. Como minha filha geralmente estava acompanhada, isto pode ter dificultado a ação deles”, diz o funcionário público.
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Fabrício frequentava aulas de informática as terças e quintas em uma escola no Centro da Capital, Rio Branco. Na terça-feira, 16 de março, o adolescente foi levado por dois homens logo ao descer do ônibus, no Bairro Conjunto Esperança por volta das nove horas.
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Ao menos 15 pessoas estariam direta ou indiretamente ligadas ao sequestro do menor. Obter dinheiro - com o retorno do garoto ao seio da família - era o que motivava o grupo acusado de matar Fabrício. Populares congitavam que a razão seria tráfico de órgãos.
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O garoto teria sido mantido vivo por pelo menos seis dias, no 6 de Agosto.

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