terça-feira, 28 de julho de 2009

Senac recebe visita de senador Tião Viana

Viana compromete-se pela defesa da manutenção de repasses financeiros ao Senac e elogia serviços prestados à comunidade


Tramita no Senado Federal o projeto de lei 174 que pretende criar o Serviço Nacional de Aprendizagem no Turismo – Senatur-, de autoria do senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO). O projeto prevê a transferência de recursos destinados ao Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Senac- para um novo serviço a ser implantando.

Em visita à sede do Senac de Rio Branco, na manhã desta terça-feira 28, o senador Tião Viana ressaltou a qualidade dos serviços prestados pelo Sesc/Senac, comprometendo-se pela defesa da não-fragmentação de recursos prevista no projeto de Leomar.
“Meu compromisso é com a valorização plena do sistema S. O Sesc/Senac tem meu apoio e respeito. Já fiz curso no Senac e conheço o valor desse sistema”, diz Tião.

Leandro Domingos, presidente de Federação do Comércio do Acre- Fecomércio-, advertiu para existência de promoção pessoal por partes de alguns parlamentares na tentativa de pulverizar recursos e fragilizar o bom trabalho prestado pelo Sistema S.
Domingos aproveitou a oportunidade para solicitar ao senador acriano o voto contra o projeto de lei 174.

O presidente da Federação do Comércio do Distrito Federal, senador Adelmir Santana, em entrevista à assessoria do Fecomércio de Brasília no último dia 14, foi mais longe. “A criação destes novos serviços pode representar uma ameaça à sobrevivência do Sesc e Senac em todo o País”, declarou.

Segundo a diretora regional do Senac, Hirlete Pinto, o setor de turismo tem sido plenamente atendido com capacitação profissionalizante, sendo que a qualidade dos cursos oferecidos é prioridade. Hirlete lembra que o primeiro curso de guia turístico do Acre foi realizado pelo Senac.

Ainda de acordo com a diretora se deve investir numa estrutura que está presente em todo o Brasil. A criação de um novo sistema envolveria gastos desnecessários. “Não existem motivos para fragilização do sistema, temos 60 anos de bons serviços prestados ao país”, encerra.

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