terça-feira, 2 de dezembro de 2008

OAB recebe acadêmicos do IESACRE/UNINORTE e protocola documento.










O Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB – Acre, Florindo Poersch protocolou, hoje, as reivindicações dos acadêmicos do Instituto de Ensino Superior do Acre – IESACRE e encaminhará à diretoria da UNINORTE.



O encontro ocorreu por volta das 16h30min na Sede da OAB - Centro Empresarial Rio Branco e contou com a presença do Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Acre – Sinjac - Marcos Vicentti, do Presidente do Diretório Central dos Estudantes DCE/UNINORTE - Giovanny Kley, do estudante José Carlos de Oliveira – um dos articuladores do movimento em prol de garantias pela qualidade no ensino superior no estado, além de outros acadêmicos.





Durante o diálogo foram reforçados itens da reivindicação, fruto da aprovação unânime dos alunos do IESACRE - cursos de Administração, Serviço e Comunicação Social - durante ato público realizado no dia 14 de novembro em frente ao prédio da instituição no Parque da Maternidade. As reivindicações acadêmicas foram apresentadas aos diretores da UNINORTE em reunião no dia 25/11/08.


A preocupação em assegurar o cumprimento da carga horária dos cursos do IESACRE mais uma vez foi relatada. Os estudantes buscam garantias de que estudos virtuais não venham a ocupar o lugar do professor em sala de aula, o que comprometeria ainda mais a já tão abatida qualidade de ensino.



O acadêmico José Carlos de Oliveira ressaltou as ameaças vindas da coordenação do curso de jornalismo. “Na tentativa de abafar o movimento eles orientaram os professores a aplicarem trabalhos valendo nota para que os alunos não participassem do ato cívico em favor da melhoria do ensino”.


O estudante José Carlos não precisa se preocupar muito com o caso “abafa”. A precariedade dos laboratórios práticos de jornalismo que deixam bastante a desejar, somada, as constantes ausências de alguns professores que se quer conseguiu aplicar todo o conteúdo programático inviabilizou as tentativas fracassadas de “punir” os alunos consciente de seus direitos.

Antes tivessem conseguido. Assim garantiriam algumas horas a mais de aula presencial, minimizando o impacto da vergonhosa redução da carga horária.

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