quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Rondônia registra primeira morte por gripe suína na região Norte

A Secretaria da Saúde de Rondônia confirmou nesta quinta-feira a primeira morte por gripe suína --a gripe A (H1N1)-- no Estado e na região Norte. Com a informação, sobe para 276 o número de óbitos em decorrência da doença no país.

Segundo informações da gerente da Vigilância Sanitária, Mirlene Moraes de Souza, a primeira vítima no Estado é um homem de 23 anos, que morreu na última segunda-feira (10). Ele estava internado desde o dia 31 de julho na UTI (Unidade de Terapia Intensiva do Cemetron (Centro de Medicina Tropical), em Porto Velho (RO).

Ainda de acordo com Souza, o rapaz não possuía nenhuma doença que o enquadrasse no grupo de risco da nova gripe.

O Estado de Rondônia tinha, até a manhã desta quinta-feira, o registro de dois casos da doença. Outros 16 estão sendo analisados. Desses, oito pacientes estão internados, sendo três grávidas.

São Paulo é o Estado com o maior número de mortes no país em decorrência da gripe A (H1N1), com 111 óbitos confirmados. O Paraná é o segundo em número de vítimas (58), seguido pelo Rio Grande do Sul (55), Rio (37), Santa Catarina (5), Minas (4), Paraíba (2), Pernambuco (1), Bahia (1) e Rondônia (1), além do Distrito Federal (1).

No país, o de mortes registradas em consequência do vírus A (H1N1) já chega a, pelo menos, 276, segundo dados do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais de Saúde.

Sintomas

A gripe suína é uma doença respiratória causada pelo vírus influenza A, chamado de H1N1. Ele é transmitido de pessoa para pessoa e tem sintomas semelhantes aos da gripe comum, com febre superior a 38ºC, tosse, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, irritação dos olhos e fluxo nasal.

Para diagnosticar a infecção, uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha o vírus, e examinada em laboratório.

Os antigripais Tamiflu e Relenza, já utilizados contra a gripe aviária, são eficazes contra o vírus H1N1, segundo testes laboratoriais, e parecem ter dado resultado prático, de acordo com o CDC (Centros de Controle de Doenças dos Estados Unidos).
Folha Online

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